Na última sexta fui ao meu Banco Itaú pagar uma conta. Geralmente utilizo os serviços de internet banking ou os do caixa eletrônico, mas precisava fazer algumas transações com compensações mais rápidas e por isso utilizei o serviço dos caixas.
Quando lá cheguei me deparei com uma fila desorganizada que se confundia a fila de atendimento prioritário. Percebi que nenhum funcionário ou segurança pretendiam organizar a fila. Eu, por conta própria decidi organizar a fila pedindo que três homens (dos três, apenas um pagaria contas) que estavam a minha frente se alinhassem a guia delimitada no chão da agência. Eis que para minha surpresa sou agredido verbalmente pelos três homens que me disseram que não iriam atender meu pedido e que aquilo não era a minha função pois não era funcionário do Banco. Oi?!
Aprendi e entendo que como seres humanos vivendo em sociedade quando o Estado ou uma Instituição, pública ou privada, perdem a capacidade de organizar a nossa vida cotidiana, nós enquanto sociedade devemos nos organizar e regularizar o que está desordenado. Isso vai do micro para o macro e do macro para o micro. Isso transmite-se para a questão da corrupção. Eis então meu questionamento: como podemos pleitear por um país justo se não respeitamos a guia que ordena uma fila de Banco?!
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